Abrasco e demais entidades da Saúde lançam Plano Nacional de Enfrentamento à Covid-19

 

Via ABRASCO. Conheça o HOTSITE

O documento foi elaborado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), Associação Rede Unida e e Conselho Nacional de Saúde (CNS), entidades que compõem a coordenação da Frente Pela Vida, com contribuições da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), Sociedade Brasileira de Virologia (SBV), Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), Rede de Médicas e Médicos Populares (RMMP), Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia (ABMMD). Junto com outras organizações, elas realizaram a Marcha Virtual pela Vida em 9 de junho passado, quando obtiveram a adesão de mais de 600 organizações e movimentos e reforçaram a defesa do SUS, da ciência, da educação, do meio ambiente, da solidariedade e da democracia como elementos essenciais à vida e extremamente necessários diante da emergência sanitária que o país atravessa. 

UFSCar publica cartilhas com informações sobre cuidados com autistas ante COVID-19 Objetivo é orientar as famílias de crianças e adolescentes com autismo no contexto da pandemia, principalmente em relação aos cuidados em prevenir a contaminação UFSCar publica cartilhas com informações sobre cuidados com autistas ante COVID-19

O Laboratório de Terapia Ocupacional e Saúde mental da Universidade federal de São Carlos desenvolveu este material, duas cartilhas, que podem vir a ser úteis para familiares de crianças autistas.
Se você conhece alguém que possa se beneficiar, compartilhe.
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Agência FAPESP * – A equipe do Laboratório de Terapia Ocupacional e Saúde Mental (LaFollia) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) elaborou duas cartilhas com orientações para o enfrentamento da COVID-19, tendo como foco as famílias de pessoas com autismo.

O trabalho foi coordenado pelas professoras Amanda Dourado Fernandes e Maria Fernanda Cid, do Departamento de Terapia Ocupacional da UFSCar.

O objetivo dos guias é orientar as famílias de crianças e adolescentes com autismo, conscientizar a população sobre os problemas e criar uma rede de solidariedade visando o enfrentamento dos problemas decorrentes do cenário de saúde atual.

O guia Autismo em tempos de coronavírus: como podemos ajudar? estimula a reflexão sobre as particularidades de famílias com crianças e adolescentes autistas. A segunda cartilha, Orientações às famílias de crianças e adolescentes com autismo em tempos de coronavírus, aborda os impactos que essas famílias podem sofrer com a pandemia e traz orientações sobre como enfrentar a situação.

Em entrevista à Coordenadoria de Comunicação Social da UFSCar, Fernandes reforça a necessidade de se prevenir a contaminação, uma vez que as medidas de controle e segurança podem não ser tão simples de serem adotadas por essa população. “Como os autistas podem não entender a gravidade do que está acontecendo, é fundamental atenção redobrada em cuidados, como a higienização das mãos”, alerta a professora.

Os materiais estão disponíveis para acesso gratuito nas páginas do Facebook e do Instragram do LaFollia.

*Com informações da Coordenadoria de Comunicação Social da UFSCar .

 

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

NGOs defend breastfeeding as COVID-19 misinformation rages

Publicado originalmente no Devex. Leia o contéudo completo (em inglês).

WASHINGTON — Misinformation about the safety of breastfeeding during the coronavirus pandemic has led to decreases in the practice by women who fear it could harm babies, NGOs say.

Combating misinformation about breastfeeding — already rampant in some countries before the pandemic — is even more complicated when access to mothers through hospitals, clinics, and home visits has been restricted by lockdown measures. The World Health Organization recommends exclusive breastfeeding for an infant’s first six months — guidance that did not change with the onset of COVID-19.

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Violência doméstica infantil durante a quarentena

Leia o conteúdo completo no site da Medscape.

Nota da editora: Veja as últimas notícias e orientações sobre a Covid-19 em nosso Centro de Informações sobre o novo coronavírus SARS-CoV-2 .

No Brasil, em 2017, foram registrados 126.230 casos de violência contra crianças e adolescentes com até 19 anos de idade. Cerca de 24% desses crimes ocorreram contra crianças com menos de quatro anos de idade, incapazes de reconhecer ou denunciar a violência. Mas, apesar de assustadores, esses números ainda são subestimados. A subnotificação da violência na infância e na adolescência é uma realidade.

No dia 18 de maio, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou uma nota de alerta intitulada “Combate ao Abuso e à Exploração Sexual e Outras Violências Contra Crianças e Adolescentes em Tempo da Quarentena por Covid-19”. O dia 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil, data escolhida em memória a uma criança de oito anos que foi assassinada em 1973.

Na nota de alerta, os especialistas da SBP resumem e discutem o problema da violência contra a criança no país, mas destacam uma questão que surge este ano: a pandemia de Covid-19 (sigla do inglês, Coronavirus Disease 2019) e as medidas de isolamento social instituídas em consequência trazem um risco ainda maior.

Segundo os autores, a quarentena trouxe fragilidades para os lares das crianças brasileiras: elas estão confinadas com seus pais/responsáveis, que muitas vezes estão irritados e impacientes, e podem ter dificuldades em cuidar dos filhos em período integral. Além disso, os adultos podem apresentar uma sobrecarga de estresse oriunda da incerteza quanto ao futuro, do desemprego ou da queda da renda familiar e/ou do adoecimento de parentes.

Essas crianças também perderam contato com possíveis observadores da violência doméstica como professores, vizinhos, outros familiares, pediatra e/ou unidades de atendimento médico.

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Covid-19: Distanciamento físico funciona e máscara N95 é a melhor, diz análise

Publicado originalmente no Medscape. Leia o conteúdo completo.

Nota da editora: Veja as últimas notícias e orientações sobre a Covid-19 em nosso Centro de Informações sobre o novo coronavírus SARS-CoV-2.

Um estudo que reivindica ser a primeira revisão de todas as evidências disponíveis sobre a eficácia do distanciamento físico, das máscaras e da proteção ocular para evitar a propagação da Covid-19 (sigla do inglês, Coronavirus Disease 2019) e de outras doenças respiratórias quantificou a eficácia dessas medidas de proteção.

O estudo constatou que o maior distanciamento físico de uma pessoa exposta reduz significativamente o risco de transmissão, e que as máscaras N95, principalmente para os profissionais de saúde, são mais eficazes do que outras coberturas faciais.

A metanálise publicada on-line em 02 de junho no periódico The Lancet também marca a primeira avaliação dessas medidas de proteção na comunidade e nos serviços de tratamento da Covid-19, afirmaram os autores do estudo.

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Manifesto da Frente “Marcha pela vida com Saúde das Mulheres” – FNCPS

Publicado originalmente no Facebook da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde. Acesse.

A Frente Nacional contra a Privatização da Saude participa “Na Marcha pela Vida em Defesa da Saúde das Mulheres”.

Confira o Manifesto da Frente “Marcha pela vida com Saúde das Mulheres”.

#MarchaPelaVidaComSaúdeDasMulheres
#VidasNegrasImportam
#VidaAcimadoLucro
#defesadoSUSpublicoestatal
#revogaEC95
#forabolsonaroemourao

Nota sobre a exoneração de técnicas e da coordenadora de Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde – SBMFC

Publicado originalmente no site da SBMFC. Acesse.

O Grupo de Trabalho Mulheres na Medicina de Família e Comunidade, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), vem a público manifestar profunda preocupação sobre as recentes exonerações na área de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, inclusive da coordenadora de Saúde das Mulheres (1) .

Como veiculado globalmente, em diferentes publicações científicas e meios sociais, a atenção à saúde da mulher durante a pandemia por SARS-CoV-2 traz algumas preocupações centrais, como o aumento da violência doméstica e barreiras de acesso a métodos contraceptivos, inclusive ao aborto em situações previstas em lei (2,3,4,5,6,7,8). Nesse sentido, estas publicações apontam a necessidade de que serviços de: acolhimento à mulher em situação de violência e oferta de abrigo; contracepção; assistência ao ciclo gravídico-puerperal e acesso a aborto legal sejam considerados essenciais, mantendo-os disponíveis durante o período de pandemia (7,8,9,10,11,12). Essa preocupação já havia sido expressa, inclusive, em publicações nacionais, como notas técnicas do Ministério da Saúde (9,10,11) e publicações da SBMFC (13).

A atenção à saúde da mulher tem evoluído para uma abordagem integral, que busca respeitar necessidades individuais e vulnerabilidades específicas. No entanto, as práticas em saúde – mesmo quando cientificamente embasadas – ainda têm sua implementação dificultada por barreiras externas à área técnica da saúde. Tem-se o aborto legal como exemplo. No Brasil, desde o Código Penal de 1940, o aborto não é considerado crime nos casos em que não há outro meio de salvar a vida da gestante ou quando a gravidez é decorrente de estupro (14), sendo os casos de anencefalia fetal incluídos mais recentemente dentre essas condições (15). No entanto, foram necessários quase 50 anos para que o acesso ao aborto legal fosse regulamentado nos serviços do (2) Sistema Único de Saúde, e ainda apresentamos uma agenda incompleta na efetivação plena deste direito (16).

Durante o atual contexto de pandemia, um sistema de saúde que se propõe universal e equânime, como o SUS, deve promover práticas de proteção da saúde de parcelas mais vulneráveis da população, enquanto mantém o acesso aos serviços essenciais. Assim, concorre-se para evitar que os danos indiretos à saúde da população sejam iguais ou maiores que os danos diretos sofridos pela pandemia. Os direitos sexuais e reprodutivos são reconhecidos como Direitos Humanos fundamentais, e os serviços de atenção à saúde sexual e reprodutiva são componentes essenciais para a efetivação de tais direitos (17). Crises sanitárias prévias já demonstraram que a restrição do acesso a estes serviços pode levar a resultados devastadores no que diz respeito ao aumento da mortalidade materno-infantil (18,19,20).

Por fim, as diversas crises que atravessamos atualmente não podem servir para o questionamento dos direitos das mulheres, principalmente de conquistas que exigiram longa luta e pressão para serem colocadas em prática. O direito ao aborto legal; à defesa e ao acolhimento quando em situação de violência; à anticoncepção oportuna, eficaz e bem informada; à assistência de qualidade ao ciclo gravídico-puerperal são direitos das mulheres e deveres do Sistema de Saúde, em suas diversas instâncias e intersetorialidades. Urge que tais deveres sejam valorizados e cumpridos em sua integralidade, e não sejam alvos de questionamentos ideológicos, religiosos ou políticos, que se alimentam de obscurantismo, afastam-se da ciência e da preocupação com o bem-estar das mulheres.

Rio de Janeiro, 07 de junho de 2020.

Grupo de Trabalho de Mulheres na Medicina de Família e Comunidade

Diretoria da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade – 2018-20

Referências:

1) Diário Oficial da União, 04/06/2020. Disponível em: http://www.in.gov.br/web/dou/- /portaria-n-1.489-de-4-de-junho-de-2020-260306362

2) Tokarski, CP; Alves, I. Covid-19 e violência doméstica: pandemia duplas para as mulheres. Disponível em: http://anesp.org.br/todas-as-noticias/2020/4/6/covid-19-eviolncia-domstica-pandemia-dupla-para-as-mulheres

3) Nações Unidas Brasil. Chefe da ONU alerta para aumento da violência doméstica em meio à pandemia do coronavírus. Disponível em: https://nacoesunidas.org/chefe-daonu-alerta-para-aumento-da-violencia-domestica-em-meio-a-pandemia-docoronavirus/

4) UNFPA Brasil. COVID-19: Um olhar para gênero. Promoção da saúde e dos direitos sexuais e reprodutivos e promoção da igualdade de gênero. Março, 2020. Disponível em: https://www.sbmfc.org.br/wpcontent/uploads/2020/03/covid19_olhar_genero.pdf

5) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde (CEPEDES/Fiocruz). Violência doméstica e familiar na COVID-19. Disponível em: https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/wp-content/uploads/2020/04/Sa%C3%BAdeMental-e-Aten%C3%A7%C3%A3o-Psicossocial-na-Pandemia-Covid-19- viol%C3%AAncia-dom%C3%A9stica-e-familiar-na-Covid-19.pdf

6) Câmara dos Deputados dos Brasil [Internet]. Crescem denúncias de violência doméstica durante pandemia. Disponível em: www.camara.leg.br/noticias/661087-crescemdenuncias-de-violencia-domestica-durante-pandemia

7) Tran NT, Tappis H, Spilotros N, Krause S, Knaster S. Not a luxury: a call to maintain sexual and reproductive health in humanitarian and fragile settings during the COVID-19 pandemic. The Lancet Global Health 2020;21 Disponível em: https://www.thelancet.com/pdfs/journals/langlo/PIIS2214-109X(20)30190-X.pdf

8) Engstrom E, Melo E, Giovanella L, Mendes A, Grabois V, Mendonça MHM. Recomendações para a organização da Atenção Primária à Saúde no SUS no enfrentamento da Covid-19. FioCruz. Série Linha de Cuidado COVID-19 na rede de atenção à saúde. Maio 2020.

9) Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Nota técnica 10: Recomendações para as consultas ambulatoriais de saúde da mulher durante a pandemia da COVID-19. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/notatecnica102020COSMUC GCIVIDAPESSAPSMS.pdf

10) Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Nota técnica 9: Recomendações para o trabalho de parto, parto e puerpério durante a pandemia COVID-19. Abril, 2020. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/notatecnica92020COSMUCG CIVIDAPESSAPSMS.pdf 4

11) Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Nota técnica 13: Recomendações acerca da atenção puerperal, alta segura e contracepção durante pandemia da COVID-19. Maio, 2020. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/nt_n13_2020_COSMU_CGCI VI_DAPES_SAPS_MS).pdf

12) World Health Organization. Maintaining essential health services: operational guidance for the COVID-19 context. Junho, 2020. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/covid-19-operational-guidance-formaintaining-essential-health-services-during-an-outbreak

13) Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. Recomendações da SBMFC para a APS durante a pandemia de COVID-19. 1ª Ed. Maio, 2020. Disponível em: https://www.sbmfc.org.br/wpcontent/uploads/2020/05/Recomendac%CC%A7o%CC%83es-da-SBMFC-para-a-APSdurante-a-Pandemia-de-COVID-19.pdf

14) Brasil. Presidência da República. Código Penal [Internet]. Decreto-Lei No 2.848, de 7 de Dezembro de 1940. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decretolei/del2848compilado.htm

15) Brasil. Supremo Tribunal Federal. Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental. Anencefalia [Internet]. ADPF No 54. Disponível em: http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticianoticiastf/anexo/adpf54.pdf

16) Madeiro AP, Diniz D. Serviços de aborto legal no Brasil – um estudo nacional. Ciênc Saúde Coletiva. fevereiro de 2016;21(2):563–72.

17) Brasil. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica 26: Saúde sexual e reprodutiva. Brasília: Ministério da Saúde; 2000.

18) Camara BS, Delamou A, Diro E, Béavogui AH, Ayadi AME, Sidibé S, Grovogui FM, Takarinda KC, Bouedouno P, Sandouno SD, Okumura J, Baldé MD, Van Griensven J, Zachariah, R. Effect of the 2014/2015 Ebola outbreak on reproductive health services in a rural district of Guinea: an ecological study. Trans R Soc Trop Med Hyg. 2017;111(1):22- 29. doi: http://doi.org/10.1093/trstmh/trx009

19) Rilay T, Sully E, Ahmed Z, Biddlecom A. Estimates of the Potential Impact of the COVID19 Pandemic on Sexual and Reproductive Health In Low- and Middle-Income Countries. Int Perspect Sex Reprod Health. 2020;46:73-76. Published 2020 Apr 16. doi: http://doi.org/10.1363/46e9020

20) Sochas L, Channon AA, Nam S. Counting indirect crisis-related deaths in the context of a low-resilience health system: the case of maternal and neonatal health during the Ebola epidemic in Sierra Leone. Health Policy and Planning, 32, 2017, iii32–iii39 doi: http://doi.org/10.1093/heapol/czx108

A FEBRASGO reforça que a prestação continuada de serviços essenciais de saúde sexual e reprodutiva das mulheres deve ser uma prioridade

Publicado originalmente no site da FEBRASGO

 

A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO atua no âmbito científico e profissional, congregando e representando os 17 mil médicos gineco-obstetras brasileiros. Através da promoção da educação permanente através de informações confiáveis baseadas em evidências científicas e diretrizes, a FEBRASGO valoriza e se dedica à saúde da mulher.

Reforçamos que, mesmo no atual período de pandemia da COVID-19, devem ser considerados como serviços essenciais e ininterruptos a nossa população, os serviços de atenção à violência sexual, o amplo acesso à contracepção, o direito e acesso à saúde sexual e saúde reprodutiva e o abortamento seguro para os casos previstos em lei, e a prevenção e o tratamento de infecções sexualmente transmissíveis, incluindo diagnóstico e tratamento para HIV/AIDS.

A FEBRASGO entende que somente assim impactaremos positivamente na redução da morbimortalidade materna, na saúde feminina e na melhoria do nível de qualidade de vida das mulheres brasileiras.