Violência obstétrica: o que é e como reagir?

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Os debatedores abordaram o caso de Adelir, grávida que foi obrigada pela justiça a fazer uma cesariana, no Rio Grande do Sul. Para a mãe Ana Esperança, a situação foi lamentável:“A decisão judicial privilegiou uns direitos em detrimento de outros”. Já Daphne Rattner, médica e integrante da Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna) acredita que o choque sobre o caso, considerado por ela como violência inaceitável, pode ajudar os profissionais a refletirem e mudarem esse cenário. “Nenhuma mulher merece viver violência em nenhum momento, muito menos quando ela está fazendo algo tão sublime quanto trazer mais um brasileirinho para nosso país”, defende.

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