Fundadora do Movimento Parto Ativo passa pelo Brasil e defende liberdade da mulher

Balaskas também criticou a decisão da Justiça do Rio Grande do Sul, que, no fim do mês passado, determinou que uma gestante teria que se submeter à cesariana, mesmo contra a própria vontade. “Eu entendo essa situação como uma violência obstétrica”, comentou. No último dia 10, Balaskas visitou a Casa de Parto de São Sebastião, no Distrito Federal, e promoveu uma palestra na Universidade de Brasília (UnB), com a participação de Maria Esther Vilela, coordenadora do Programa Saúde da Mulher do Ministério da Saúde; e de Daphne Rattner, professora da UnB e presidente da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento (Rehuna).

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Violência obstétrica: o que é e como reagir?

Os debatedores abordaram o caso de Adelir, grávida que foi obrigada pela justiça a fazer uma cesariana, no Rio Grande do Sul. Para a mãe Ana Esperança, a situação foi lamentável:“A decisão judicial privilegiou uns direitos em detrimento de outros”. Já Daphne Rattner, médica e integrante da Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna) acredita que o choque sobre o caso, considerado por ela como violência inaceitável, pode ajudar os profissionais a refletirem e mudarem esse cenário. “Nenhuma mulher merece viver violência em nenhum momento, muito menos quando ela está fazendo algo tão sublime quanto trazer mais um brasileirinho para nosso país”, defende.

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