O Departamento de Comunicação da ReHuNa é responsável pela divulgação de suas atividades através de meios de comunicação próprios e redes socais, além de trabalhar para a inserção de temas relacionados ao movimento pela humanização do parto e nascimento em agentes de mídia tradicional, digital e independentes.
O departamento é responsável por divulgar, realizar, organizar, promover, apoiar e/ou participar de eventos e campanhas locais, regionais, estaduais, nacional ou internacional relacionadas aos objetivos da ReHuNa, tais como: congressos, seminários, conferências, debates, cursos, oficinas e encontros; além de produzir, publicar, editar, traduzir, distribuir e divulgar livros, revistas, vídeos, filmes, fotos e outras mídias diversas, também por meio de parcerias.

Diretor dos Departamentos de Comunicação e Frente Ampla
Médico Ginecologista e Obstetra com Graduação e Especialização pela UNESP, Universidade Estadual Paulista/Botucatu-SP. Possui MBA Gestão em Saúde Executiva pelo Hospital Albert Einstein de São Paulo. Ex coordenador de 3 Maternidades do SUS, médico de UBS e maternidades públicas por 8 anos. Atualmente em São Paulo capital onde fundou a Casa Obstare que oferece assistência multidisciplinar à gestação e parto. É fundador do Projeto Obstare – Curso de capacitação e atualização para médicos obstetras.

Secretária executiva
Pós graduada em Gestão de Projetos, é bacharel em Radialismo pela Faculdade Cásper Líbero de São Paulo. Mãe de duas crianças pequenas, formou-se Doula e Educadora Perinatal pelo Instituto Matriúsca (DF/2015) e pelo IPESQ (PB/2020). Ativista desde muito cedo, atualmente está no conselho fiscal da Associação de Doulas Candangas do Distrito Federal.

Especialista em Redes Sociais
Ativista de Direitos Humanos. Autora do livro “Violência Obstétrica Assistida: um Estado de Coisas Inconstitucional. Baseado em casos reais.” Advogada sênior do Mori Machado Advogados. Professora do curso de pós-graduação em Prevenção à Violência Obstétrica do Centro Universitário Cejusc e do programa Saber Direito da TV Justiça sobre direitos da gestação, parto e nascimento. Diretora do Departamento Jurídico da Rede pela humanização do parto e nascimento – REHUNA desde 2021. Esteve como Superintendente da Criança, adolescente e juventude do Estado de Goiás em 2020 e Diretora Estratégica do Coletivo Nacional de Advogada entre os anos de 2019 a 2023. Foi consultora especial da Comissão da Mulher advogada da OAB-GO na gestão do triênio de 2021/2024. É palestrante à nível nacional e autora de artigos publicados, sendo dois em revistas internacionais, um deles foi apresentado na conferência internacional em Freiburg, Alemanha. Possui graduação em Direito e ampla expertise na área de violência obstétrica. É especialista em Direito Empresarial na Fundação Getúlio Vargas. Tem formação como doula pelo Instituto Federal de Goiás – IFG e formação completa em liderança pela organização Chilena Cóndor Blanco.
Desde de 2019 a ReHuNa realiza campanhas abordando a temática da Violência Obstétrica como Violência de Gênero durante os 16 dias de ativismo pelo fim da violência de gênero que acontece todos os anos de 25 de Novembro, o dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, ao dia 10 de Dezembro, o dia Internacional dos Direitos Humanos.
Com o tema “Está em Suas Mãos” a ReHuNa promoveu uma campanha para alertar à população em geral sobre os riscos da cirurgia cesariana sem indicação clínica. A campanha foi motivada pelo surgimento e rápido espalhamento de projetos de lei de “cesariana a pedido”, que prevêem a opção de mulheres e pessoas com útero solicitarem a realização de cesáreas em estabelecimentos de saúde do SUS. Foram produzidos vídeos e posts para redes sociais e um abaixo-assinado intitulado “Cesárea não assegura parto sem violência. Garanta partos respeitosos!” que reúniu 5 mil assinaturas.

E 2021 a ReHuNa se uniu à proposta da RELACAHUPAN (Rede Latino Americana e do Caribe pela Humanização do Parto e Nascimento) e trabalhou o tema “Sim, a Violência Obstétrica existe”, mas foi além, acrescentando que o Conselho Nacional de Justiça a reconhece, uma vez que o CNJ havia mencionado a Violência Obstétrica no “Protocolo para Julgamento com perspectiva de gênero”, publicado em outubro de 2021.

“Chega de Violência Obstétrica: Essa causa também é sua” foi o tema da campanha de 16 dias de ativismo pelo fim da violência de gênero sugerida pela RELACAHUPAN em 2022 e que a ReHuNa aderiu. Foram uma série de lives, tanto no YouTube quanto no Instagram, com mulheres, médicos obstétras, doulas, advogadas, enfermeiras obstétras, obstetrizes, parteiras e psicólogas, todos ativistas pelo parto Humanizado debatendo conceitos e estratégias de luta contra a Violência Obstétrica.

Dar visibilidade à Violência Obstétrica como Violência de gênero foi o foco da campanha em 2023. Neste ano, a ReHuNa lançou luz ao fato de que a Violência Obstétrica acontece independente dos esforços para mitigá-la e eliminá-la. Por isso identificar, acolher e apoiar as vítimas têm que ser um trabalho tão constante quanto a denúncia da violência em si.

Em 2024 a ReHuNa levantou a bandeira pela inclusão de um item específico sobre Violência Obstétrica na ficha de notificação de agravos de violência no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN. Tal campanha foi motivada pela crença da existência de subnotificação sobre a ocorrência de Violência Obstétrica pois a própria ouvidoria do MS declarou inexistência de dados sobre notificação de VO após pedido feito com base na Lei de Acesso à Informação, mas a “Pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado 2010”, da Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Universidade de São Paulo e com o SESC-SP, identificou já em 2010 que uma em cada quatro mulheres – ou seja, 25% das mulheres – sofreu violência na assistência a seu parto, tanto em serviços públicos como em privados.

Todos os anos, quando chega maio, chega também a Semana Mundial pelo Parto Respeitoso e a ReHuNa, tal como em outros momentos de conscientização e mobilização, trabalha temas focados principalmente no protagonismo da mulher e da pessoa parturiente e nos efeitos que o processo de nascer implica diretamente nos bebês. Temas como “O Nascimento é Sagrado: Chega de Violência” e “Antes, Durante e Depois: Faça do seu Jeito” já foram trabalhados ao longo dos anos.
Ao filiar-se à Rede pela Humanização do parto e Nascimento você fará parte de uma rede de profissionais, estudantes e ativistas engajados em mudar o atual cenário de partos e nascimentos no Brasil. Você terá acesso a informações sempre atualizadas sobre saúde da mulher e do recém-nascido através de artigos e publicações que trazem as mais novas evidências científicas.
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