O Ministério da Saúde decidiu abolir o uso do termo “violência obstétrica

Daphne Rattner, que é presidente do Rehuna (Rede pela Humanização do Parto e Nascimento), espera que a decisão seja reconsiderada. “O Ministério Público Federal usa esse termo, a Câmara e o Senado também. Não faz sentido o Ministério da Saúde não usá-lo”, diz ela. “Espero que o órgão retome sua vocação de trabalhar pela humanização, no hospital, no parto, no nascimento, no ensino de obstetrícia…”… – Veja mais em link

O capital invisível investido na maternidade

Ana Lucia Dias da Silva Keunecke

Advogada, membra do Colegiado da REHUNA – Rede Pela Humanização do Parto e Nascimento e também da DEFEMDE – Rede Feminista de Juristas. Co-fundadora das ONGs Associação CINEMATERNA, ASSOCIAÇÃO ARTEMIS e MULHER SEM VIOLÊNCIA. Atua na questão dos direitos humanos, sexuais e reprodutivos das mulheres, em esfera pública e privada em âmbito nacional e internacional, incluindo advocacy e ações de fiscalização de cumprimento dos Tratados Internacionais.

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