Dia #13 da campanha Está em suas mãos – ReHuNa nos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres

O principal motivo que levou Giovana a procurar a assistência de profissionais humanizados foi a vontade de não ser tratada como uma potencial doente. O receio de ser tratada como o veículo para sua filha vir ao mundo e não como mulher humana completa a fez buscar um acompanhamento alternativo ao coberto pelo convênio durante a gestação.

Os motivos e benefícios que ela experienciou ao ter assistência de uma equipe humanizada são:

1 – a participação em rodas de gestantes a fez entender seus desejos para seu parto

2 – o auxílio da doula na elaboração do plano de parto a ajudou a visualizar os procedimentos protocolares no parto e suas implicações

3 – abarcar o papel e a participação do seu marido durante o processo de gestação e no seu desejo de parto

4 – ter o pré natal individualizado, sem ter que realizar exames sem necessidade para a maneira como sua gestação evoluia

5 – evitar julgamentos de valor a respeito de seu peso, sua idade e outros fatores e ter acolhimento e liberdade para se expressar sobre medos e receios

6 – a presença da doula e do seu marido durante o trabalho de parto foram absolutamente fundamentais

7 – ter experiência de intimidade com as pessoas e profissionais presentes

8 – ter a possibilidade de se sentir livre para suas escolhas de alimentação, movimento e ambiência

9 – ter a hora de ouro respeitada com a bebê mamando com o contato pele a pele logo após nascer

10 – as experiências positivas de pré-natal e parto foram fortalecedoras para sua confiança durante as dificuldades no puerpério e até hoje em sua maternagem

Depoimento: Giovana Tempesta

Realização: ReHuNa

Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB

Você já assinou nossa petição? O link está no perfil!

Dia #12 da campanha Está em suas mãos – ReHuNa nos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres

Filomena sabia exatamente como queria que fosse sua experiência de trazer sua filha ao mundo. Buscando uma experiência positiva e amorosa de parto, ela e seu marido decidiram ser acompanhados por uma equipe humanizada.

Os motivos e benefícios que ela experienciou ao ter assistência de uma equipe humanizada são:

1 – encarar o parto e o nascimento como algo positivo

2 – possibilidade de parir onde se sentia mais segura e a vontade.

3 – garantir que seu parto e o nascimento de sua filha seriam experiências amorosas

4 – confiança na doula no cuidado e nas informações recebidas

5 – liberdade de movimento e escolha de posições

6 – respeito ao desenvolvimento do trabalho de parto

7 – receber a bebê em seu colo logo após o nascimento e a amentar imediatamente

8 – ter a possibilidade de estar acompanhada de quem ela queria que estivesse presente

9 – estar com seu marido durante todo o tempo, durante o trabalho de parto e ter sido ele quem recebeu sua filha quando a bebê nasceu

10 – recuperação rápida após o parto

Depoismento: Filomena de Oliveira (Saraswati)
Realização: ReHuNa
Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB

Estamos nos aproximando do fim dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres e para concluir essa campanha a ReHuNa realizará uma roda de conversa com o tema “A assistência humanizada como alternativa às cesáreas desnecessárias”

Estarão presentes:

Daphne Rattner (ReHuNa)
Érica de Paula
Marilda de Castro (ADDF)
Ana Cyntia Baraldi (Luz de Candeeiro)
Ruth Rodrigues (Nascer Direito)
Adèle Valarine (Rede Ocitocina)
Luis Otávio Manes Pereira (IBGO DF)
Magali Mello (Ishtar DF)
E mais…

O evento será aberto ao público e acontecerá dia 10/12/2019 das 15 às 17 horas
Sala de reuniões 04 na Faculdade de Ciências da Saúde
UnB – Campus Darcy Ribeiro

Você já assinou nossa petição? http://chng.it/zTqNfxxY

Dia #8 da campanha Está em suas mãos – ReHuNa nos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres

Parto humanizado, por que?

Diana sofreu inúmeras violências durante o parto de sua primeira filha. Essa vivência traumática a fez buscar informações para seu segundo parto. Apesar de ter uma experiência positiva de parto, o pós parto não foi ideal. Em seu terceiro parto, Diana assegurou-se de que teria acompanhamento humanizado não só para parir, mas também no nascimento de sua filha.

Os motivos e benefícios que ela experienciou ao ter assistência de uma equipe humanizada são:

1 – liberdade para se alimentar

2 – liberdade para se movimentar

3 – assegurar presença de uma doula

4 – ser protagonista do próprio parto

5 – respeito ao plano de parto

6 – ausência de procedimentos protocolares que a OMS não recomenda

7 – ter a hora de ouro respeitada

8 – os procedimentos com o recém nascido foram flexíveis

9 – recuperação rápida após parir

10 – o empoderamento adquirido para o parto a deixou tranquila para exercer sua maternagem

Depoimento: Diana Loureiro

Realização: ReHuNa

Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB

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Parto humanizado, por que? Diana sofreu inúmeras violências durante o parto de sua primeira filha. Essa vivência traumática a fez buscar informações para seu segundo parto. Apesar de ter uma experiência positiva de parto, o pós parto não foi ideal. Em seu terceiro parto, Diana assegurou-se de que teria acompanhamento humanizado não só para parir, mas também no nascimento de sua filha. Os motivos e benefícios que ela experienciou ao ter assistência de uma equipe humanizada são: 1 – liberdade para se alimentar 2 – liberdade para se movimentar 3 – assegurar presença de uma doula 4 – ser protagonista do próprio parto 5 – respeito ao plano de parto 6 – ausência de procedimentos protocolares que a OMS não recomenda 7 – ter a hora de ouro respeitada 8 – os procedimentos com o recém nascido foram flexíveis 9 – recuperação rápida após parir 10 – o empoderamento adquirido para o parto a deixou tranquila para exercer sua maternagem Depoimento: Diana Loureiro Realização: ReHuNa Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB #estáemsuasmãos #desnecesareanao #16diaspelofimdaviolênciacontramulheres #rehuna #cesareadesnecessaria #violencianaatencaoobstetrica #partodomiciliar #partohumanizado

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Dia #10 da campanha Está em suas mãos – ReHuNa nos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres

Ao longo dos últimos dias, em nossa campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres, a ReHuNa com a parceria de médicos, doula e obstetriz que são referências no movimento pela humanização de partos e nascimentos, trouxe indicações reais de cesárea, listou quem ganha e quem perde com cesáreas desnecessárias e quais as consequências disso para as mulheres (e seus bebês), além de refletir sobre o porquê tantas cesáreas acontecerem sem necessidade. Também trouxemos e traremos mais relatos de mulheres que trouxeram seus bebês ao mundo com assistência humanizada.

Nós sabemos que a violência na atenção obstétrica faz parte da cultura brasileira na assistência a gestantes, parturientes e seus bebês. Nós entendemos que muitas vezes a escolha pela cesárea é feita guiada pelo medo da violência e do sofrimento. Mas nós também sabemos que quando a mulher está bem informada, ela faz escolhas que beneficiam tanto ela quanto o bebê. E sabemos que quando uma mulher é acompanhada por profissionais humanizados e atualizados em sua prática, ela tem uma experiência positiva do parto, eliminando o sofrimento da equação.

O ano de 2019 está sendo marcado pelo avanço de corporações médicas se posicionando contra o livre arbítrio das mulheres grávidas, sobre como e onde elas irão parir e quem irá assistir seus partos. Ao mesmo tempo, projetos de lei se espalham pelo país para permitir que mulheres grávidas demandem cesáreas, sem indicação médica, no SUS, a partir de 39 semanas de gestação.
Diante do atual cenário na assistência obstétrica brasileira e tendo feito a reflexão que trouxemos nos últimos dias, acreditamos estar claro que o número cesáreas desnecessárias aumentará se tais proposituras forem aprovadas, trazendo grande ônus às mulheres, seus bebês e suas famílias.

Leia nossa petição http://chng.it/hQ8zfhmh
Assine. Compartilhe.
Use a hastag #EstáEmSuasMãos e esteja conosco no ativismo pela humanização de partos e nascimentos.

Realização: ReHuNa
Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB

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Ao longo dos últimos dias, em nossa campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres, a ReHuNa com a parceria de médicos, doula e obstetriz que são referências no movimento pela humanização de partos e nascimentos, trouxe indicações reais de cesárea, listou quem ganha e quem perde com cesáreas desnecessárias e quais as consequências disso para as mulheres (e seus bebês), além de refletir sobre o porquê tantas cesáreas acontecerem sem necessidade. Também trouxemos e traremos mais relatos de mulheres que trouxeram seus bebês ao mundo com assistência humanizada. Nós sabemos que a violência na atenção obstétrica faz parte da cultura brasileira na assistência a gestantes, parturientes e seus bebês. Nós entendemos que muitas vezes a escolha pela cesárea é feita guiada pelo medo da violência e do sofrimento. Mas nós também sabemos que quando a mulher está bem informada, ela faz escolhas que beneficiam tanto ela quanto o bebê. E sabemos que quando uma mulher é acompanhada por profissionais humanizados e atualizados em sua prática, ela tem uma experiência positiva do parto, eliminando o sofrimento da equação. O ano de 2019 está sendo marcado pelo avanço de corporações médicas se posicionando contra o livre arbítrio das mulheres grávidas, sobre como e onde elas irão parir e quem irá assistir seus partos. Ao mesmo tempo, projetos de lei se espalham pelo país para permitir que mulheres grávidas demandem cesáreas, sem indicação médica, no SUS, a partir de 39 semanas de gestação. Diante do atual cenário na assistência obstétrica brasileira e tendo feito a reflexão que trouxemos nos últimos dias, acreditamos estar claro que o número cesáreas desnecessárias aumentará se tais proposituras forem aprovadas, trazendo grande ônus às mulheres, seus bebês e suas famílias. Leia nossa petição (link no perfil). Assine. Compartilhe. Use a hastag #EstáEmSuasMãos e esteja conosco no ativismo pela humanização de partos e nascimentos. Realização: ReHuNa Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB #estáemsuasmãos #desnecesareanao #16diaspelofimdaviolênciacontramulheres #rehuna #cesareadesnecessaria #violencianaatencaoobstetrica #partodomiciliar #partohumanizado

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Dia #9 da campanha Está em suas mãos – ReHuNa nos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres

Parto humanizado, por que?

O medo e a desconfiança de ser levada a uma cesárea desnecessária por comodismo médico foi o que motivou a Isabela a buscar assistência humanizada para seu parto.

Os motivos e benefícios que ela experienciou ao ter assistência de uma equipe humanizada são:

1 – contar com uma doula durante o pré-natal que lhe muniu de informação de qualidade
2 – confiança na doula
3 – garantia de direitos
4 – respeito a suas vontades
5 – liberdade de movimento e escolha de posições
6 – participação de seu marido no trabalho de parto e nascimento de seu filho
7 – ter a hora de ouro respeitada
8 – recuperação rápida após o parto
9 – auxílio na amamentação
10 – acompanhamento no puerpério

Depoimento: Isabela Velasque
Realização: ReHuNa
Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB

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Parto humanizado, por que? O medo e a desconfiança de ser levada a uma cesárea desnecessária por comodismo médico foi o que motivou a Isabela a buscar assistência humanizada para seu parto. Os motivos e benefícios que ela experienciou ao ter assistência de uma equipe humanizada são: 1 – contar com uma doula durante o pré-natal que lhe muniu de informação de qualidade 2 – confiança na doula 3 – garantia de direitos 4 – respeito a suas vontades 5 – liberdade de movimento e escolha de posições 6 – participação de seu marido no trabalho de parto e nascimento de seu filho 7 – ter a hora de ouro respeitada 8 – recuperação rápida após o parto 9 – auxílio na amamentação 10 – acompanhamento no puerpério Depoimento: Isabela Velasque Realização: ReHuNa Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB #estáemsuasmãos #desnecesareanao #16diaspelofimdaviolênciacontramulheres #rehuna #cesareadesnecessaria #violencianaatencaoobstetrica #partodomiciliar #partohumanizado

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Dia #7 da campanha Está em suas mãos – ReHuNa nos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres

Parto humanizado, por que?

Encarar o nascimento de seu filho como um processo de saúde e natural foi o que motivou Ludmila a procurar formas de viver essa experiência de maneira respeitosa e humanizada.

Os motivos e benefícios que ela experienciou ao ter assistência de uma equipe humanizada são:

1 – respeito a sua experiência, que foi única

2 – naturalização do processo de gestar e parir

3 – pronta recuperação após o parto vaginal

4 – acompanhamento baseado em evidências

5 – liberdade para fazer escolhas (de posição, local e conduta) durante o trabalho de parto

6 – poder escolher seu acompanhante e garantir sua presença durante todo o processo

7 – pré natal completo, esclarecedor e empoderador

8 – garantias de não violência obstétrica e neonatal

9 – hora de ouro assegurada

10 – acompanhamento continuado do pré natal ao puerpério.

Depoimento: Ludmila Ferreira Bandeira
Realização: ReHuNa
Apoio: ECOS UnB e Rádio Web Saúde UnB

https://www.instagram.com/p/B5jeBeGHvI6/?igshid=1eawxmyn1fcu2