Choque hiperinflamatório em crianças durante a pandemia de COVID-19

O South Thames Retrieval Service, em Londres, Reino Unido, fornece apoio e recuperação em terapia intensiva pediátrica a 2 milhões de crianças no sudeste da Inglaterra. Durante um período de 10 dias, em meados de abril de 2020, foi observado um grupo sem precedentes de oito crianças com choque hiperinflamatório, mostrando características semelhantes à doença atípica de Kawasaki, síndrome de choque da doença de Kawasaki, ou síndrome do choque tóxico (o número típico é de uma ou duas crianças por semana). Esse cluster de casos formou a base de um alerta nacional.

Acesse o artigo original no The Lancet

Hyperinflammatory shock in children during COVID-19 pandemic

Published: May 07, 2020  DOI:https://doi.org/10.1016/S0140-6736(20)31094-1

Doula fala sobre protagonismo feminino ao dar à luz e defende parto mais natural

A importância da doula é a garantia do bem estar, respeito e calma na hora da mulher parir seu bebê. Gosto muito de uma citação da Daphne Rattner, professora da área de saúde coletiva da Universidade de Brasília e coordenadora executiva da Rede pela Humanização do Parto e Nascimento, que diz que alguns obstetras com muito tempo de profissão adotam a metáfora de ‘motor, objeto, trajeto’ para as etapas de um parto. O motor é o útero, o objeto é o bebê e o trajeto, o canal vaginal por onde a criança sairá. Mas, na verdade, quem está trabalhando ali, naquela hora, também é humano, não se pode pensar assim. As doulas mudam isso desde o pré-parto até os primeiros momentos da amamentação.

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Fundadora do Movimento Parto Ativo passa pelo Brasil e defende liberdade da mulher

Balaskas também criticou a decisão da Justiça do Rio Grande do Sul, que, no fim do mês passado, determinou que uma gestante teria que se submeter à cesariana, mesmo contra a própria vontade. “Eu entendo essa situação como uma violência obstétrica”, comentou. No último dia 10, Balaskas visitou a Casa de Parto de São Sebastião, no Distrito Federal, e promoveu uma palestra na Universidade de Brasília (UnB), com a participação de Maria Esther Vilela, coordenadora do Programa Saúde da Mulher do Ministério da Saúde; e de Daphne Rattner, professora da UnB e presidente da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento (Rehuna).

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