Mulheres pressionam, e Assembleia de São Paulo adia votação do PL das cesarianas

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A presidenta da Rede pela Humanização do Parto e Nascimento e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, Daphne Rattner, destacou, em uma das audiências, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) analisou 290 mil partos e registrou um risco seis vezes maior de morte no parto cesariana, além de um risco cinco vezes maior de infecção. O Ministério da Saúde, em 2011, registrava taxa de mortalidade de 18 mortes para cada 100 mil partos por cesariana e 8 mortes para cada 100 mil partos normais. Para ela, o PL das cesarianas não trará nenhum benefício às mulheres e bebês.

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