Síndrome inflamatória multissistêmica em crianças e adolescentes associada à COVID-19 (MS)

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis. Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações. SEI/MS – 0014893980 – Anexo. Nota de Alerta: Síndrome inflamatória multissistêmica em crianças e adolescentes associada à COVID-19. 22 Mai.2020.

O Ministério da Saúde, por intermédio do Programa Nacional de Imunizações e da Coordenação de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, assim como a Sociedade Brasileira de Pediatria, representada neste documento pelos Departamentos Científicos de Infectologia e Reumatologia, e a Sociedade Brasileira de Reumatologia, bem como a Organização Pan Americana de Saúde, reconhecem a necessidade deste alerta à comunidade pediátrica, reforçando a importância do diagnóstico e tratamento precoces.

Publicado originalmente no Portal de Boas Práticas em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente do IFF-Fiocruz, acesse o original.

UNFPA lança Podcast 2 – Gravidez e direitos reprodutivos em tempos de pandemia

O Fundo de População da ONU disponibilizou nas principais plataformas de streaming o segundo episódio do podcast “Fala, UNFPA”: Gravidez e direitos reprodutivos em tempos de pandemia.

Nesse episódio, são discutidos os direitos reprodutivos e como garanti-los em momentos de emergência, como a pandemia da COVID-19. Uma das convidadas do episódio é a oficial em Saúde Sexual e Reprodutiva do Fundo de População da ONU, Anna Cunha, que explica o que são os direitos reprodutivos e como serviços de saúde, governos e sociedades precisam estar preparados para garantir a saúde reprodutiva, materna e neonatal durante a pandemia.

A doula Gabriela Falcão, de Brasília, relata como está sendo sua experiência ao enfrentar a terceira gravidez durante a COVID-19. Também participa do episódio, a obstetriz Glauce Soares do colegiado da ReHuNa, que trabalha em uma maternidade pública de Osasco, na grande São Paulo, e tira dúvidas relacionadas a gravidez e parto nesse período.

Acesse:

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www.unfpa.org.br

Pandemia do Coronavirus(COVID-19) – Our World in Data.org

O site Our World in Data está produzindo conteúdo dedicado à pandemia do coronavírus (COVID-19) e traz dados e análises sobre o avanço do vírus em dezenas de países.

O conteúdo é atualizado diariamente e qualquer um pode fazer o download do conjunto de dados.

Acesse: ourworldindata.org/coronavirus

É possível acessar o perfil de cada país; comparação entre países; e análise dos dados sobre testagem, casos, mortalidade, grupos de risco, excesso de mortes e ações governamentais.

Impactos da COVID-19 sobre o planejamento familiar e a erradicação da violência de gênero, mutilação genital feminina e casamento infantil

Relatório publicado originalmente no site da UNFPA (em inglês).

 

Pandemic threatens achievement of the Transformative Results committed to by UNFPA

27 April 2020
Author: UNFPA, with contributions from Avenir Health, Johns Hopkins University (USA) and Victoria University (Australia)
Publisher: UNFPA

Direitos Humanos no Parto e Nascimento – Dossiê HRiC

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A Human Rights in Childbirth está compilando todas as agressões aos direitos na atenção a partos e nascimentos durante a pandemia.

Clique aqui para acessar o primeiro relatório divulgado (em inglês).

Desde o início da pandemia do COVID-19, a HRiC tem coletado denúncias de violações desproporcionais dos direitos humanos no atendimento à maternidade. O primeiro conjunto de violações de direitos foi publicado em um relatório (disponível acima) e enviado às Nações Unidas.

O mundo está lidando com desafios sem precedentes decorrentes do novo coronavírus (COVID-19) e os sistemas de saúde agora estão focados no distanciamento social e na prevenção de cuidados médicos não urgentes e não relacionados ao COVID. Infelizmente, as tensões em nossos sistemas de saúde e as dificuldades não estão sendo suportadas igualmente pela população – as mulheres grávidas, em particular, ainda precisam de cuidados competentes e compassivos durante o trabalho de parto, parto e pós-parto.

Neste período de crise de saúde, os agentes de políticas, os sistemas hospitalares e os profissionais da atenção ao parto estão mudando a prestação de cuidados com o parto e a gravidez de maneiras que não se baseiam em evidências científicas nem nas melhores práticas endossadas pela OMS. Não são apenas as alterações descritas neste documento que não se baseiam em evidências, mas são indiscutivelmente desnecessárias e até prejudiciais. Quando as mudanças necessárias estão sendo implementadas, elas geralmente são feitas de maneira desproporcional aos riscos apresentados pelo coronavírus. Onde são necessárias mudanças necessárias, como a mudança para visitas remotas à telessaúde, poucos sistemas de saúde estão implementando métodos inovadores para alcançar mulheres que não têm acesso a tecnologia e informação, especialmente mulheres marginalizadas que já precisavam de mais apoio antes do início da pandemia.

Embora a pandemia do COVID-19 exija uma resposta global rápida para conter a propagação do vírus e proteger a vida e a saúde de outras pessoas, isso não significa que os governos possam usar qualquer meio para conseguir isso. Os especialistas em direitos humanos da ONU pediram aos países que mantenham uma abordagem baseada nos direitos humanos para regular o surto de COVID-19 e sustentaram que a pandemia não deve ser usada como desculpa para atingir os direitos de grupos, minorias ou indivíduos específicos, nem deve ser usado como cobertura para ações repressivas sob o pretexto de proteger a saúde.

Devemos ter cuidado com qualquer uso da pandemia para institucionalizar práticas prejudiciais nos cuidados de saúde maternos. Em vez de uma resposta eficaz ao COVID-19, eles são uma violação dos direitos humanos das mulheres e uma manifestação encoberta de discriminação estrutural de gênero.

Se você deseja contribuir para futuras versões do relatório, faça isso aqui (em inglês).

Declaração à imprensa conjunta em nome de 59 governos: Protegendo a Saúde e os Direitos Sexuais e Reprodutivos e Promovendo a Responsividade às Questões de Gênero na Crise do COVID-19

Acesse o original.

Joint press statement Protecting Sexual and Reproductive Health and Rights and Promoting Gender-responsiveness in the COVID-19 crisis

Published 06 May 2020

Joint press statement by

H.E. Ms. Lindiwe Zulu, Minister of Social Development of South Africa
H.E. Mr. Peter Eriksson, Minister for International Development Cooperation of Sweden
H.E Mr. Gent Cakaj, Acting Minister for Europe & Foreign Affairs of Albania
H.E. Mr. Felipe Carlos Solá, Minister of Foreign Affairs, International Trade & Worship
of Argentina
H.E. Hon. Marise Payne, Minister of Foreign Affairs & Minister of Women of Australia
H.E. Mr. Alexander De Croo, Deputy Prime Minister & Minister for Development Cooperation of Belgium
H.E. Mrs Karen Longaric Rodríguez, Minister of Foreign Affairs of Bolivia
H.E. Ms. Bisera Turkovic, Deputy Chairperson of the Council of Ministers & Minister of Foreign Affairs of Bosnia and Herzegovina
H.E. Ms. Maritza Rosabal Peña Minister of Education, Family & Social Inclusion of Cabo Verde
H.E. Ms. Karina Gould, Minister for International Development of Canada
H.E. Mr. Nikos Christodoulides, Minister of Foreign Affairs of the Republic of Cyprus
H.E. Mr. Tomáš Petříček, Minister for Foreign Affairs of the Czech Republic
H.E Mr. Rasmus Prehn, Minister for Development Cooperation of Denmark
H.E. Hon. Mereseini Vuniwaqa, Minister for Women, Children & Poverty Alleviation of Fiji
H.E. Mr. Ville Skinnari, Minister for Development Cooperation & Foreign Trade of Finland
H.E. Mr. Jean-Yves Le Drian, Minister for Europe & Foreign Affairs of France
H.E. Dr. Maria Flachsbarth, Parliamentary State Secretary, Federal Ministry for Economic Cooperation and Development of Germany
H.E Mr. Nikos Dendias, Minister of Foreign Affairs of Greece
H.E. Ms. Diene Keita, Minister for International Cooperation & Regional Integration of Guinea
H.E. Ms. Emanuela Del Re Vice-Minister of Foreign Affairs & International Cooperation of Italy
H.E. Ms. Ilze Vinkele, Minister of Health of Latvia
H. E. Ms. Claudine Aoun, President of the National Commission for Lebanese Women
of Lebanon
H.E. Mr. Gbehzohngar Milton Findley Minister of Foreign Affairs of Liberia,
H.E. Ms. Katrin Eggenberger, Minister of Foreign Affairs of the Principality of Liechtenstein
H.E. Mr. Franz Fayot, Minister for Cooperation and Humanitarian Action of Luxembourg
H.E. Mr. Tehindrazanarivelo Djacoba A. S. Oliva, Minister for Foreign Affairs of Madagascar
H.E. Mr. Srđan Darmanović, Minister of Foreign Affairs of Montenegro
H.E. Ms. Doreen Sioka, Minister of Gender Equality, Poverty Eradication and Social Welfare
of Namibia
H.E. Ms Sigrid Kaag, Minister for Foreign Trade & Development Co-operation
of the Netherlands
H.E. Rt. Hon Winston Peters, Deputy Prime Minister and Minister of Foreign Affairs of New Zealand
H.E. Mr. Nikola Dimitrov, Minister of Foreign Affairs of the Republic of North Macedonia
H.E. Mr. Dag-Inge Ulstein, Minister of International Development of Norway
H.E. Ms. Teresa Ribeiro, Secretary of State of Foreign Affairs and Cooperation of Portugal
H.E. Mr. Cornel Feruță, State Secretary for Global Affairs and Diplomatic Strategies within the Ministry of Foreign Affairs of Romania
H.E. Ms. Slavica Djukic-Dejanovic, Minister without Portfolio responsible for Demography and Population Policy of Serbia
H.E. Ms. Arancha González Laya, Minister for Foreign Affairs, European Union & Cooperation of Spain
H.E. Dr. Ignazio Cassis, Foreign Minister of Switzerland
. H.E. Hon. Simon Kofe, Minister of Justice, Communications, and Foreign Affairs of Tuvalu
H.E. Ms. Liz Sugg, Minister for International Development & the Foreign & Commonwealth Office of the United Kingdom

and the governments of Armenia, Austria, Bulgaria, Costa Rica, Croatia, Ecuador, Estonia, Georgia, Iceland, Ireland, Japan, Lithuania, Mexico, Moldova, Peru, Republic of Korea, Slovenia, Tunisia, Ukraine and Uruguay.

Protecting Sexual and Reproductive Health and Rights and Promoting Gender-responsiveness in the COVID-19 crisis

We, the Ministers of South Africa, Sweden, Argentina, Australia, Albania, Belgium, Bolivia, Bosnia-Herzegovina, Cabo Verde, Canada, Cyprus, Czech Republic, Denmark, Finland, Fiji, France, Germany, Greece, Guinea, Italy, Latvia, Lebanon, Liberia, Liechtenstein, Luxembourg, Madagascar, Montenegro, Netherlands, North Macedonia, Namibia, New Zealand, Norway, Portugal, Romania, Serbia, Spain, Switzerland and the United Kingdom, are honored to issue this joint statement on behalf of the people and governments of 59 countries: Albania, Argentina, Armenia, Australia, Austria, Belgium, Bolivia, Bosnia-Herzegovina, Bulgaria, Canada, Cabo Verde, Costa Rica, Croatia, Cyprus, Czech Republic, Denmark, Ecuador, Estonia, Fiji, Finland, France, Georgia, Germany, Greece, Guinea, Ireland, Iceland, Italy, Japan, Latvia, Lebanon, Liberia, Liechtenstein, Lithuania, Luxembourg, Madagascar, Mexico, Moldova, Montenegro, Namibia, Netherlands, North Macedonia, New Zealand, Norway, Peru, Portugal, Republic of Korea, Romania, Serbia, South Africa, Slovenia, Spain, Sweden, Tunisia, Tuvalu, Switzerland, United Kingdom, Ukraine and Uruguay.

Humanity is confronted with the unprecedented threat of COVID-19. Around the world, the pandemic is having a devastating impact on health systems, economies and the lives, livelihood and wellbeing of all, particularly older people. Responding effectively to this fast-growing pandemic requires solidarity and cooperation among all governments, scientists, civil society actors and the private sector.

COVID-19 affects women and men differently. The pandemic makes existing inequalities for women and girls, as well as discrimination of other marginalized groups such as persons with disabilities and those in extreme poverty worse and risk impeding the realization of human rights for women and girls. Participation, protection and potential of all women and girls must be at the center of response efforts. These efforts must be gender-responsive and consider different impacts surrounding detection, diagnosis and access to treatment for all women and men.

The restrictive measures designed to limit the spread of the virus around the world, increase the risk of domestic violence, including intimate partner violence. As health and social protection as well as legal systems that protect all women and girls under normal circumstances are weakened or under pressure by the COVID-19, specific measures should be implemented to prevent violence against women and girls. The emergency responses should ensure that all women and girls who are refugees, migrants or internally displaced are protected. Sexual and reproductive health needs, including psychosocial support services, and protection from gender-based violence, must be prioritized to ensure continuity. We must also assume responsibility for social protection and ensure adolescent health, rights and wellbeing during schools close-down. Any restrictions to the enjoyment of human rights should be prescribed by law, and in accordance with international law and rigorously assessed.

We support the active participation and leadership of women and girls at all levels of decision-making, including at community level, through their networks and organizations, to ensure efforts and response are gender-responsive and will not further discriminate and exclude those most at risk.

It is crucial that leaders recognize the central role of Universal Health Coverage (UHC) in health emergencies and the need for robust health systems to save lives. In this context, sexual health services are essential. We recommit to the immediate implementation of the UHC political declaration by all. Funding sexual and reproductive health and rights should remain a priority to avoid a rise in maternal and newborn mortality, increased unmet need for contraception, and an increased number of unsafe abortions and sexually transmitted infections.

Around the world, midwives, nurses and community health workers are essential to contain COVID-19 and they require personal protective equipment. Safe pregnancy and childbirth depend on all these health workers, adequate health facilities, and strict adherence to infection prevention. Respiratory illnesses in pregnant women, particularly COVID-19 infections, must be priority due to increased risk of adverse outcomes. As our national and international supply chains are impacted by this pandemic, we recommit to providing all women and girls of reproductive age with reproductive health commodities. And we call on governments around the world to ensure full and unimpeded access to all sexual and reproductive health services for all women and girls.

We welcome the multilateral efforts, including by the UN, including UNFPA and UN Women, WHO, the World Bank and IMF, and regional development banks, as well as the G7 and G20 declarations, towards a coherent and global response to COVID-19. We encourage them all in their efforts with national governments and other partners to ensure an effective response and assurance of the continuation of essential health services and rights.

We must coordinate our efforts in this global health crisis. We support the UN General Assembly resolution entitled Global Solidarity to fight COVID-19. And we encourage all governments, the private sector, civil society, philanthropists and others to join us in supporting the emergency response, particularly in the most vulnerable countries, and to give full effect to the global commitment to universal access to health care.

6 May 2020

Fontes de Dados Oficiais sobre COVID-19 e SRAG no Brasil

  • Painel Coronavírus Brasil
    Endereço: https://covid.saude.gov.br
    Este painel dispõe de dados diários e atualizados sobre o total de casos e óbitos, de internações sobre Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), além de dados sobre os insumos distribuídos. O painel é atualizado diariamente a partir das 17:00.
  • Painel de vírus respiratórios
    Endereço: http://plataforma.saude.gov.br/laboratoriais/virus-respiratorios
    Este painel apresenta o total de testes para investigação de Coronavírus e outros vírus respiratórios como influenza A e B e vírus sincicial respiratório em crianças menores de 2 anos, durante a pandemia, registrados no Sistema Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL).
  • Painel InfoGripe
    Endereço: http://info.gripe.fiocruz.br/
    O InfoGripe é uma iniciativa para monitorar e apresentar níveis de alerta para os casos reportados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Os dados são apresentados por estado e por regiões de vigilância para síndromes gripais. Este é um produto da parceria entre a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS), com o Programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz, PROCC) e a Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV, EMAp), no Rio de Janeiro.
  • Painel Dados Abertos
    Endereço: http://plataforma.saude.gov.br/dados-abertos/
    Por meio do Painel de Dados Abertos, na Plataforma IVIS, o Ministério da Saúde disponibiliza as bases de dados anonimizadas do Sinan Influenza Web (de 2009 a 2018) e do SIVEP-Gripe (2019 e 2020), bem como as fichas de investigação, dicionário de variáveis e histórico de definições de caso para vigilância. Os dados de 2020 são preliminares e serão atualizados semanalmente.
  • Painel de Leitos e Insumos
    Endereço: https://covid-insumos.saude.gov.br/paineis/insumos/painel_leitos.php
    Este painel, disponibilizado pela Sala de Apoio à Gestão Estratégica (SAGE) do Ministério da Saúde, apresenta dados de leitos, insumos e vacinação de grupos prioritários no Brasil.

OPAS oferece curso de vírus respiratórios emergentes, incluindo o COVID-19

Do Cofen

O curso é gratuito e tem a versão em português
O curso está disponível no Campus Virtual

O curso fornece uma introdução geral ao COVID-19 e vírus respiratórios emergentes e é uma iniciativa da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Um dos objetivos são descrever a natureza dos vírus respiratórios emergentes, como detectar e avaliar um surto, estratégias para prevenir e controlar surtos devido a novos vírus respiratórios e quais estratégias devem ser usadas para comunicar riscos e envolver as comunidades para detectar, prevenir e responder ao surgimento de um novo vírus respiratório. É destinado aos profissionais de saúde pública, gerentes de incidentes e pessoas que trabalham para as Nações Unidas, organizações internacionais e ONGs.

É curso é gratuito e sem prazo para conclusão. Ele contém o Módulo 1Módulo 2 e Módulo 3.

Para mais informações, acesse o link.

Saiba mais – Os coronavírus são uma grande família de vírus que causam doenças que variam desde o resfriado comum até doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).

Um novo coronavírus (COVID-19) foi identificado em 2019 em Wuhan, China. Este é um novo coronavírus que não havia sido identificado anteriormente em humanos.

Fonte: OPAS/OMS